Capítulo 8: Minha Visita A Grande Cidade
Assim que saímos da floresta, avistei uma imensa muralha, com um portão sendo vigiado por 2 robôs com armas de fogo, protegendo a entrada da cidade de algo que poderia invadi-la.
A cidade era imensa, com vários prédios grandes, mas havia um que eu conseguia enxergar mesmo dali de fora da cidade, lembro que a logotipo era como essa:
-Ahn, Everaldo, como vamos entrar na cidade?
-Ora, pelo portão de entrada é claro!
Então andamos em direção ao portão, e quando nos aproximamos os robôs sacaram as armas e apontaram para nós, e entre eles um holograma surgiu.
Não conseguia distinguir seus traços direitos, mas pude reparar que ele era bem alto e loiro, e possuía uma pele azul por causa do holograma.
-Parados viajantes! Quem vos fala é o Rei Picles, e desejo saber o por que de quererem entrar em minha cidade!-Disse o Picles.
-Bom dia vossa majestade! Meu nome é Everaldo, estas duas crianças são meus pupilos, Seuz e Cebolinha.
-E quem é este homem que você carrega, Mestre Everaldo?
-Ahn, sim, estávamos passando perto das Minas e ouvimos gritos de ajuda- Mentiu Everaldo- então o socorremos, e o trouxemos para cá com a esperança de que poderíamos colocar no hospital.
-Bom, vejo que você não esta mentindo, então...
-Bem-Vindo a Rainbow City!
Quando o holograma do Rei sumiu, e os guardas voltaram a seus postos como se nada daquilo tivesse acontecido, fingindo não existir ninguém ali.
Quando os portões foram abertos, corremos carregando aquele cara para o hospital. Como não sabíamos onde era o hospital, perguntamos a um indigente deitado na sua cama de luxo.
-Eh, fica ali, sigam em frente, olhem para o lado, e se liguem com a batida do sinal para não serem atropelados.- Disse o indigente mal-humorado.
Quando os portões foram abertos, corremos carregando aquele cara para o hospital. Como não sabíamos onde era o hospital, perguntamos a um indigente deitado na sua cama de luxo.
-Eh, fica ali, sigam em frente, olhem para o lado, e se liguem com a batida do sinal para não serem atropelados.- Disse o indigente mal-humorado.
. . .
A enfermeira se aproximou de nós, interrompendo o silêncio.
-O amigo de vocês está bem, nada grave, só vai precisar ficar de repouso e observação por 2 meses, e ele terá alta.
-Obrigado, cara enfermeira, estávamos preocupados - Agradeceu Everaldo.
-É uma tremenda sorte ele ter amigos como vocês, se não fosse por vocês ele estaria morto agora.
Então ela se virou e voltou para a enfermaria.
-Acho lídiculo tlazer ele aqui. Develíamos estar em casa, não aqui nessa cidade.
-Eu nunca vim na cidade, o que tem de errado?
-Nada meu pupilo, agora, me contem o que aconteceu.
Contamos desde quando o elevador caiu até quando eu o matei, mas o que surpreendeu mais Everaldo não foi o fato de eu usar telecinese, mas sim sobre Helena.
-Ora ora, parece que você sem querer ativou Helena, estranho, ela parou de funcionar a muito tempo, parece que ela acha agora que você é o "senhor" dela.
-Mas o quê é essa "Helena"?
-Ela foi um projeto de inteligência artificial, implantado naquele capacete a muito tempo, que funcionou até certo ponto, quando seu antigo "senhor" foi morto, ela se recusou a trabalhar até encontrar alguém que "mereça" ela.
Passamos um tempo em silêncio até que Cebolinha perguntou:
-Para quê é que você queria esse material.
-Isso é uma coisa secreta que eu estou trabalhando, mas falando nisso, por favor me entregue a pedra.
Peguei da minha mochila todas as pedras que tinha pego e dei a ele, e Cebolinha fez o mesmo.
-Bom, já que estamos aqui tenho que resolver algumas coisas na cidade, andem por aí, mas não se metam em confusões!-Disse Everaldo, antes de se teleportar.
-Para onde vamos?
-Explolar a cidade, é óbvio!
Lá fomos nós, ver os perigos que tinham a maior cidade do mundo.
Criado por Sr.B

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