Seuz Adventures - Capítulo 7

Capítulo 7: Uma Viagem Bem Estranha Parte 2


 Quando o elevador caiu no chão, eu e Cebolinha esperamos que o teto fosse rasgado e o bicho nos pegasse, mas nada aconteceu.
 Cebolinha tentou empurrar a porta mas ela estava emperrada. Ele disse:
 -Essa polta é muito antiga, talvez dos anos 2000, e não é usada a muito tempo, vamos plecisar destluir ela.
  -Deixa isso comigo.
 Falei para ele se afastar um pouco, então me lembrei do que Everaldo me ensinou a 4 dias atrás, então eu me afastei um pouco e dei um soco na porta, destruindo-a.
 O lugar era uma base de abastecimento de recursos minerais, e tinha uma sala de reuniões que era provavelmente onde as pessoas que trabalhavam ficavam para relaxar. Não possuía nenhum tipo de iluminação, até por que aquilo era de 1000 anos atrás mais ou menos.
 De repente senti uma dor estranha em minha cabeça, e vi que Cebolinha também estava se ajoelhando com dor na cabeça, e uma mensagem surgiu na nossa cabeça.
 "Olá, espero que saibam que estou bem, por favor, não tentem responder, só ouçam, o bicho achou que eu estava morto, então ele fugiu em busca de vocês"
  "Não se preocupem, ele ainda não irá chegar até vocês através do elevador, a passagem esta obstruída, ele vai procurar outra, vocês precisarão se apressar"
 "Existe um minério, que quero que vocês o coletem, o óculos podem escanear o minério, ele é branco reluzente, vocês poderiam achar ele sem mesmo a visão noturna. Coletem o máximo possível"
 -Bom, é melhor nós ilmos andando, não é mesmo?
  Começamos a vasculhar a caverna separados em busca desse material, procurei em todas os caixotes que havia, mas não encontrei nada, somente o medo que aquele bicho poderia nos matar.
  -Ei, encontlei ele! Me ajude a pegar!
  Fui em correndo, pois sabia que nosso tempo era curto porque o bicho logo logo ira chegar.
  Enfiei o máximo que pude do material branco na minha mochila e Cebolinha fez o mesmo, e estávamos prontos para dar o fora dali ta ligado meu irmão, mas lembramos que tínhamos que falar com Everaldo para sabermos como iriamos sair dali.
  -Como ilemos falar com Evelaldo?
  Eu pensei um pouco, e dessa vez seria eu que resolveria a situação.
   "Everaldo, não sei se esta me ouvindo, mas me responda rapidamente, como saímos da caverna?"
 Cebolinha olhou surpreso para mim, me perguntando como eu havia conseguido ter feito aquilo. Mas naquele momento, a resposta de Everaldo surgiu nas nossas cabeças.
   "Bom, vejo que você conseguiu Seuz, mas agora não temos tempo para cortesias. Se vocês olharem para frente e escarniarem a caverna, vão encontrar um buraco que vai trazer vocês de volta a superfície"
   "Tenham cuidado pois o monstro pode estar lá!"
   Ativei o modo escâner procurando o tal buraco na caverna, até que uma voz feminina robótica apareceu.
 Boa noite senhor, eu sou Helena, sou sua secretária enquanto você utiliza este capacete, você só precisa pensar para me responder, senhor.
 "Ahnnn, olá Helena, você encontrou alguma passagem?"
 -Cala, eu não encontlei nada, esse capacete ta com defeito!
  -Espera aí então, to resolvendo uma coisa.
 Sim senhor, atrás daqueles caixotes possui um buraco, e também há outro que levará você direto a superfície, mas não o recomendo pois há uma forma de vida esperando vocês 2.
   -Vem comigo Cebolinha, já sei como vamos sair daqui.
 Fui em direção aos caixotes, e disse para Cebolinha usar a espada para contar as caixas. 
  Quando elas caíram no chão destruídas, podemos ver um buraco apertado para nós irmos juntos, mas que sozinhos conseguiríamos perfeitamente. 
   -Ótimo tlabalho cala, vai você na flente.
   Eu deitei no chão e comecei a rastejar no buraco, havia pedaços de ferro vindos do chão, mas ele somente se desfizeram de tão antigos que eram.
  Saí em uma parte da caverna que havia um pouco de iluminação, e tinha uma porta de metal para minha direita, e em frente uma escada que levava para o andar de cima.
   -Ta tudo limpo, pode vir!
   Mas foi nesse momento reparei que o bicho que estava nos caçando estava escondido nas sombras da caverna, e quando o vi, percebi que nunca esqueceria aquela imagem.
   Quando ele saiu, ele tinha um corpo totalmente preto, não como o tom de pele, mas sim o preto das trevas, totalmente obscuro. Possuía orelhas grandes e pontudas que poderiam servir de radar para ele, com olhos brancos que provavelmente o auxiliavam-no a enxergar no escuro.
   Mas não foi isso que me assustou, atrás dele era como se fosse um ninho, e nele havia restos de humanos, um braço e o pior de todos os cadáveres, ele não tinha um dos olhos, estava sem as pernas, e havia arranhões em seu corpo inteiro, e aí percebi que ele estava vivo.
   O bicho avançava lentamente contra mim, e até Cebolinha chegar, já me juntaria aquele cara.
  Pensei em fugir, mas então lembrei que não podia abandonar aquele cara ali, então fiz a coisa mais estúpida possível, ataquei ele.
   Não sei o que deu em mim em pensar que poderia derrotar ele, mesmo sabendo que ele era a coisa mais selvagem que havia conhecido em todas as minhas aventuras.
   Eu pulei em cima dele, dando um soco na cara dele derrubando-o. Quando se reergueu estava com sangue negro na boca, e com ódio e avançou contra mim, suas garras estavam prontas para me furar, mas então eu agarrei todas e o levantei sobre mim derrubando atrás de mim, seu grande rabo bateu no teto fazendo pedaços grandes de pedra caírem sobre ele, que começou a guinchar muito alto.
 Foi nesse momento que a cabeça de Cebolinha apareceu no túnel, e vindo a situação ele disse:
   -PEGUE A MINHA ESPADA, EU NÃO VOU CONSEGUIR CHEGAR A TEMPO!
   -É IMPOSSÍVEL, ELE VAI SE LEVANTAR E ME MATAR!
   Desculpe-me atrapalhar sua luta senhor, mas por que você não utiliza a telecinese, é só você querer que a espada venha a você, e ela irá.
   Me concentrei, para atrair a espada, e então ela começou a tremer na mão de Cebolinha, e estava se movendo vindo para mim.
    Então ouvi uma pedra sendo derrubada, e olhei para trás e o monstro havia se soltado, ele estava se levantando e foi quando vi que a casca que ele tinha protegendo a pele tinha se rompido na cabeça e olhou para mim, mas ao invés de vir para cima de mim ele foi para o cara, e eu não ia permitir isso.
    Peguei uma pedra no chão e joguei na cara do bicho, ele se virou para mim como se disse-se:Você tem algum problema?
  Foi quando pulei para cima dele para tentar acertar a ferida, e a espada do Cebolinha voou para minha mão, e a enfiei dentro da cabeça dele, estourando a cabeça por completo. 
   Cebolinha saiu do buraco, entreguei a espada dele, e vi que ele estava espantado pelo que fiz, mas somente disse:
    -Vamos, temos que entlegar esse minélio pala o Evelaldo.
  -Mas e ele?- Disse apontando para o cara gritando de dor, agora que o monstro se fora.
    -Ele não é da nossa conta, temos que ir embola! Essa passagem vai desabar!
    -Eu não vou deixar ele morrer aqui, quer você ajude ou não- Disse eu indo em direção ao homem.
    Agarrei ele colocando o braço dele envolta do meu pescoço, e Cebolinha contrariado veio me ajudar a carrega-lo. 
  Quando chegamos no topo, Everaldo estava sentado com feridas no rosto, e ele viu o homem e nossos machucados e estamcou os ferimentos e nos levou andando (pois segundo ele era muito arriscado levar o homem via teleporte) em direção a cidade.

  Criado por Sr.B

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