Seuz Adventures - Capítulo 13

Capítulo 13: Seuz V.S Cebolinha

Primeiro Round

 

      Quando Cebolinha entrou no templo, saí para cuidar da nossa plantação de morangos.

Enquanto eu estava matando as pragas, pensei quando Cebolinha e Everaldo estavam conversando escondidos de mim, e pensei:

Se eles já conversaram escondidos de mim antes, por que não estariam fazendo isso agora?”

Larguei a enxada na terra e fui silenciosamente para o templo, para ver seu eu ouvia alguma conversa estranha entre eles.

-... Conseguiu? – Ouvi Everaldo dizendo.

-Não, até quando vamos continuar com isso?

Então olhei pela maçaneta da porta para saber do que eles estavam falando, e vi Everaldo sentado o chão comendo um pedaço de bolo, e Cebolinha tentando limpar o chão.

-Até você limpar tudo que você derrubou no chão, Seuz pode até ser mais fraco do que você, mas ele nunca derrubou minha comida.

Decepcionado, saí de perto da porta, mas minha atenção voltou para eles de novo quando Cebolinha disse:

-E o seu plano Evelaldo, plecisamos fazer alguma coisa a lespeito do Seuz lapido.

-SHHH, fale baixo! E se ele ouvir?

-Desculpe.

-Tudo bem, enquanto ao Seuz, você precisa treinar um pouco mais ainda, nada preocupante. Agora, continue limpando!

De novo, eles estavam planejando alguma coisa, não sei o que, mas parece que Cebolinha está treinando para fazer alguma coisa relacionada a mim, e que não deve ser uma cosia boa.

Tentei correr para a plantação sem que Cebolinha e Everaldo percebessem que eu estava os espionando (não sei se espionar é o termo certo, quando se falam de você escondido nas costas), mas então ouvi ao longe as nuvens rugindo com trovões, que apontava que iria ter uma tempestade.

Depois de um tempo cuidando da terra, ouvi a porta da sala de treinamentos abrindo com o ruído.

-Bom, foi um ótimo treinamento Cebolinha, agora, por que você não ajuda o Seuz na plantação? Tenho que dormir.

Cebolinha foi no armazém para pegar uma enxada para ame ajudar a arar a terra, até por que aquela era uma plantação imensa.

. . .

 

-Não Cebolinha, não é assim que se faz, é simples, não entendo como você consegue fazer errado.

-Olha Seuz, não finja que você não me ouviu e também o Everaldo. Você não deveria se meter onde não é chamado.

A chuva começou a cair pesado, criando possas de lama, e Cebolinha começou a andar de volta para a sala de treinos. Aquela raiva surgiu em mim novamente, e dessa vez, eu não deixei escapar.

-Verdade, eu não devia falar me intrometer quando falam meu nome.

-Huf.

-Ah, e outra coisa, não perguntei nada para você Cebolinha, então aprenda quando você é chamado.

Cebolinha se virou e disse:

-Você é só uma criança mimada Seuz, que não pensa por si só. Você nunca sofreu, e somente pessoas que já sentiram dor, são fortes, e você precisa sentir dor.

Ele pegou a espada do seu porte, e foi nessa hora que eu me liguei o que aconteceu, DEU RUIM.

Cebolinha veio correndo em minha direção, e provavelmente eu iria morrer.

A única coisa que pensei em fazer foi desviar, e procurar alguma cosia para me defender (até por que, não poderia usar um pedaço de madeira como arma), então corri para a floresta para procurar alguma coisa.

-Não irá funcionar fugir, eu não irei te matar só te machucar.

Quando pulou em cima de mim para tentar me cortar, peguei rápido um tronco de árvore seco para me defender da espada, e como achei ela cortou a tronco, e foi nesse momento que a proteção dele abaixou, e dei um chute em sua barriga.

Cebolinha se ajoelhou, e me levantei rapidamente segurando o braço que ele estava com a espada, e dei um soco em sua cara, mas ele usou a própria cabeça para me “socar” na cara.

Cai para traz, e antes de me levantar ele me deu um chute na cara, e senti o sangue saindo do meu nariz e da minha boca.

-Você teve solte só de me chutar, mas não vai me vencer Seuz.

Cebolinha esticou meu braço na pedra, e preparou a espada para cortá-lo.

      -Desculpe por isso.

      -Não, tudo bem Cebolinha.

      -Parece que você compreende o que eu pretendo fazer, no final, você não é tão burro.

      -Quem deveria pedir desculpas sou eu – Disse com as gotas de chuva batendo na minha cara.

      -Eh, pelo quê?

      -Por isso.

      Eu digo que não tentei fazer isso propositalmente, mas a raiva me deu um poder, que pude invocar a coisa mais lógica para uma batalha na chuva, fogo.

      Quando minha mão pegou fogo, invoquei o fogo para o resto do meu braço, queimando a mão do Cebolinha. Como ele ainda estava em choque pelo fogo na mão, aproveitei a chance e fui para cima dele.

      Joguei a espada para longe, e soquei ele repetidas vezes, e depois jogando-o para longe.

      -Você me sulpleendeu Seuz, parece que não preciso te machucar muito, você já é forte.

      -Obrigado, mas como assim, muito?

      -Você vai ver, você vai ver...

 

Criado por Sr.B

 

 



 

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