Seuz Adventures - Capítulo 17

Capítulo 17: Os Oficiais


Olá, eu sou o Sr.B e infelizmente (mentira, to feliz) o Sr.D não vai poder postar hoje, então esta semana vai ter dois capítulos de Seuz, um hoje e outro amanhã boa leitura meus escravos.


No dia seguinte, acordei animado, até porque não é todo dia que eu vou para cidade, ainda mais sozinho por conta própria.
Olhei para janela e o dia estava claro, e dessa vez não parecia que teria alguma tempestade. Nenhum incêndio na floresta, nenhum animal estranho, nada que pudesse atrapalhar minha viagem à cidade.
Me levantei, peguei minha mochila e meu celular, fino como papel, mas muito melhor que qualquer computador por aí.
Na sala, Everaldo estava deitado no sofá dormindo, com uma revista na cara.
-Ei, acorda!
Se levantando em um espanto, ele quase me derrubou, mas ele só bateu com o dedo no pé da mesa.
-Hã? Ah, Seuz, bom dia!
-Minha ida a cidade, Everaldo, como fica?
-Sobre isso, queria falar uma coisa, você não vai sozinho, é um pouco perigoso, então Cebolinha vai com você.
Então nesse momento, a porta abriu e lá estava Cebolinha, pronto para ir.
-Vamos? – Disse ele.
-Certo, vamos lá.

. . .

Mesmo já tendo feito aquilo, eu ainda sentia uma leve dor de cabeça ao me teleportar, além de eu ter andado por um tempo até avistarmos a cidade para entrarmos escondidos, já que estávamos sem um adulto.
Lá dentro dos muros, a grande cidade como esperado estava movimentada, pessoas saindo com seus amigos, de restaurantes, indo e saindo do trabalho, crianças brincando com suas armas de mentira e skates voadores, uma vida normal para variar.
-Onde deve ter uma loja de animais por aqui?
-Ahn, acho que em uma loja de bichinhos exista uma casa pala passalos aplova de fogo, tenho certeza disso.
-Quer dizer que teremos que pegar material para construir?
-É, basicamente.
Então decidimos sair pela cidade procurando determinados matérias cada um, e que depois nos encontrasse-mos na praça.

. . .

-Aqui está 23 reais, moço, obrigado!
Saindo da loja de ferramentas, o movimento das pessoas estava diferente de antes, como se estivessem com pressa em alguma coisa, ou fugindo de algo.
Passando entre a multidão de pessoas indo à direção a praça, no final a multidão já diminuía, e pude ver duas pessoas, com sobre-tudos pretos (para quem não sabe o que é uma espécie de casaco que esconde grande parte do corpo, em nosso mundo), os mesmos do cara queimada na floresta.
Um deles era loiro e magro, com uma parte do cabelo cobrindo um pouco de seu rosto, com olhos marrons e estava com a língua para fora, e a propósito ela tocava no queixo dele.
O outro era bem pequeno, com um cabelo preto curto, com óculos e quatro bastões pretos presos ás costas. De tão pequeno que ele era, nem mesmo sua mão ficava exposta no sobre-tudo.
-Ora, ora,- Disse o loiro – Nem mesmo precisamos ir atrás dele, ele já veio até nós, certo Deivus?
-Não relaxe, vai ver que ele tem algum truque secreto, ou pode até ser o dele mestre disfarçado.
-Huf, como se uma criança ou um velho poderiam me derrotar, um poderoso Oficial da Rebelião!
-Só porque você é um Oficial agora, não quer dizer que é o todo poderoso. Você só se tornou Oficial à 4 dias, sou um Oficial a mais de 10 anos.
-Eu não queria te ofender, mestre Deivus, eu só...
-Chega de conversa, vamos pegar o garoto logo. Pera, cadê o garoto?
Enquanto os dois estavam discutindo, aproveitei a deixa para me esconder em um beco atrás de uma lixeira robô.
-Ótimo, – Ouvi o que aparentemente se chamado Deivus falar – Perdemos a chance de pega-lo, a polícia deve estar vindo.
-Meros policias não podem enfrentar...
-O problema não é os policias idiota, temos que agir à surdina. Vamos procurar ele de longe e segui-lo. Agora, vamos!
Esperei um pouco, até ouvir o barulho das sirenes, e foi só aí que eu me tranquilizei.
Os policias passaram por mim, e pude ver as pessoas voltando novamente às ruas, era como se eles soubessem que o perigo estava por vir.
Usando como disfarce, peguei o saco de lixo do robô e usei como roupa, e fui andando em direção a praça pela multidão.
Já havia chego ao portão da praça e pude ver o pouco movimento e também Cebolinha sentado no banco.
-Finalmente! – Disse ele se levantando e vindo na minha direção – Onde você estava esse tempo todo?
Sem falar nada, botei minha mão na boca de Cebolinha e o empurrei para trás de uma árvore ali.
-Shhh, não fala nada, preciso te contar uma coisa, e temos que dar o fora da daqui, e rápido.

Criado por Sr.B





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