Capítulo
25: A Volta Para Rainbow City
Desculpe-me por postar tarde, voltei de uma viagem,por isso o ep esta pequeno, mas o proximo vai ter batalha e vai ser grande, prometo!
Seuz
-Mas então...
-Não, não fale para ele que você sabe o
que ele é – Disse Everaldo.
-Mas como você sabe disso?
-Cada ser tem um tipo e quantia de energia
espiritual diferente, como estive vários anos com você, posso identificar a
energia espiritual de um daimonas, já que sou bem treinado.
“Hmmmm, como será que
ele aprendeu isso?” E resolvi perguntar para ele se era difícil para eu
aprender.
-Não, existe uma
maneira mais fácil para você aprender.
-Primeiro, feche os
olhos e concentre sua mente, esqueça a forma física das pessoas, e concentre na
forma espiritual, e abra os olhos, e para parar com isso é só você se
desconcentrar.
Nesse momento, abri os olhos e vi duas
formas amarelas vindo e depois voltei com minha visão normal.
Era Joaquim e Cebolinha que haviam voltado
com alguns troncos de madeira para a lareira, então abri os olhos e vi duas
formas amarelas vindo, e cozinhamos a comida que Everaldo havia trago na
mochila para nossa viagem.
. . .
De manhã, o céu estava nublado, com nuvens
negras carregadas, e muitos de nós não estávamos com vontade de ir em busca de
outro Guerreiro, mas Everaldo e Cebolinha insistiram em continuarmos.
Assim que desmontamos o “acampamento”,
Joaquim abriu um portal temporal e entramos.
Havíamos caído em um lugar familiar, na
floresta ao redor do muro de Rainbow City.
-Que lugar estranho, nunca vim aqui –
Disse Diana.
-Essa cidade é conhecida como Rainbow
City, uma das duas grandes cidades do nosso mundo.
Percebi que Everaldo não havia falado que
nós morávamos por perto, mas não perguntei a ele o porque.
-Se é uma cidade grande, como é que vamos
achar esse cara? – Perguntei.
-Vamos nos separar e procurar pela cidade,
Diana e Cebolinha venha comigo para a parte leste da cidade, Seuz Joaquim e
Misó vão para o leste, nos encontramos na praça.
-Como vamos encontrar ele no meio da
multidão, pode ser qualquer um – Disse Joaquim.
-Você sabe como é o rosto dele? Ou tem
alguma imagem?
-Hã, certo – Começando a revirar a
mochila.
Ele pegou uma foto, e amostrou para
Everaldo, que perguntou:
-Porquê você tem uma foto dela na sua
mochila?
-Dela? – Disse Seuz.
-Hmmm, não é nada.
-Vamos logo, é melhor
nos apressarmos.
-Como é que vamos achar
ela no meio de milhares de pessoas? – Perguntei.
-Você sabe bem – Disse Everaldo,
piscando para mim.
Ele, Cebolinha e Diana
correram para uma parte da cidade mais rica e nobre, enquanto eu, Joaquim e Misó
fomos para a parte mais “abandonada” da cidade.
Mesmo não sendo tão decaída,
era um pouco podre. Não que fedia (mas fedia sim), e sim, pois aquela é a parte
pobre da cidade, então não teria muita coisa a se fazer por lá.
Andamos por algumas
partes de lá, mas nada de anormal, encontramos somente algumas feiras ilegais,
brigas de rua, mas nada estranho.
-Vai ser impossível, são muitas pessoas, o
que você pode fazer que Everaldo piscou para você? – Disse Joaquim.
-Concordo, vai demorar demais até acharmos,
é melhor você fazer isso, seja lá o que for – Disse Misó.
-Ok, tudo bem.
Me concentrei e esvaziei minha mente,
pensei na forma espiritual e abri os olhos.
O mundo estava bem diferente, os objetos e
o cenário estavam pretos, enquanto as pessoas tinham auras amarelas envolta
delas.
Em um dos prédios, havia uma aura
vermelha, e achando que estava maluco, olhei para o lado e Joaquim tinha uma
aura amarela, enquanto Misó tinha uma aura preta, assim como eu.
Olhei para trás para conferir, e vi uma
aura azul que parecia que alguém estava nos seguindo enquanto andávamos.
-Já sei onde ela está, venham comigo, mas
se apressem, teremos companhia.
Criado por Sr.B
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