Capítulo 9: O Viajante Me Uma Da Paçoca
A cidade era um lugar bem esquisito, com as ruas fazendo curvas cortando totalmente a cidade, com seus grandiosos arranha-céus, e com poucas árvores, parecendo que a o muro da cidade era o limite para a destruição natural.
Depois de um tempo, andando perto do prédio da LIVE Enterprises, vimos em um beco um velho mendigo, tendo um casaco marrom surrado e sujo por completo, com uma faca no ombro e reclamando de muita dor.
-Nem pense - Disse Cebolinha segurando o meu braço - Não banque de helói, você já salvou aquele cala na cavelna, não plecisa salvar esse mendigo.
Me livrei do braço dele e corri em direção ao mendigo, e ele veio comigo reclamando de como eu era idiota.
-Senhor? - Disse me ajoelhando para ver como estava - Você está bem? Quer ajuda?
Ele olhou para minha cara e começou a rir desesperadamente, como se fosse surpresa ter alguém se oferecendo para ajuda-lo.
-Isso é pelca de tempo, ele está bem, ta até lindo, podemos sair daqui agola?
Mas então ele se levantou, me derrubando no chão, tirou a faca ombro, sua ferida a fechar juntando fios de pele com outras peles.
Ele arrancou o casaco e nele havia um jovem praticamente 20 anos, com cabelo curto desarrumado loiro, e com casaco preto de motoqueiro e calça jeans rasgada.
-Então, por que você não quis me ajudar Cebolinha?
-Co-como você sabe o meu nome? E quem é você?
-Meu avô era da patrulha de Viajantes do Tempo, e antes de morrer me deu este relógio, que me permite viajar no tempo, e meu nome é Joaquim, a propósito.
-Achei que somente os Viajantes do Tempo podeliam usar esse relógio - Disse Cebolinha - E mesmo que você viaje no tempo, como sabe nossos nomes?
-Eu sou procurado pelos viajantes, obviamente. Enquanto a saber seus nomes, como posso dizer, vocês são conhecidos no futuro.
-Conhecidos como? - Perguntei curioso.
-Não posso dizer, mesmo eu sendo procurado eu respeito o que meu avô acreditava, e a maior lei dos Viajantes que é: Nunca conte o que viu no futuro, e nunca tente altera-lo.
-Mas eu devo agradecer a você Seuz, que teve a bondade de tentar me ajudar. Escute aqui, caso precise de ajuda com algum tipo de tecnologia, me espere.
-Enquanto a você Cebolinha, tenha mais bondade no coração. Não me denunciem!
Ele levantou o braço e girou os ponteiros, sumindo dessa linha temporal. Quando sumiu, tinha um pacote de paçoca com um bilhete dizendo adeus.
Quando Cebolinha iria começar a reclamar perguntando o que eu fiz, a voz de Everaldo falou em nossas cabeças dizendo.
"Rápido, entrem no prédio gigante e não se importam com os seguranças, vão para os elevadores e venham para o andar mais baixo, RÁPIDO!"
Sem pensar, fomos correndo para a LIVE Enterprises ajudar Everaldo.
Depois de um tempo, andando perto do prédio da LIVE Enterprises, vimos em um beco um velho mendigo, tendo um casaco marrom surrado e sujo por completo, com uma faca no ombro e reclamando de muita dor.
-Nem pense - Disse Cebolinha segurando o meu braço - Não banque de helói, você já salvou aquele cala na cavelna, não plecisa salvar esse mendigo.
Me livrei do braço dele e corri em direção ao mendigo, e ele veio comigo reclamando de como eu era idiota.
-Senhor? - Disse me ajoelhando para ver como estava - Você está bem? Quer ajuda?
Ele olhou para minha cara e começou a rir desesperadamente, como se fosse surpresa ter alguém se oferecendo para ajuda-lo.
-Isso é pelca de tempo, ele está bem, ta até lindo, podemos sair daqui agola?
Mas então ele se levantou, me derrubando no chão, tirou a faca ombro, sua ferida a fechar juntando fios de pele com outras peles.
Ele arrancou o casaco e nele havia um jovem praticamente 20 anos, com cabelo curto desarrumado loiro, e com casaco preto de motoqueiro e calça jeans rasgada.
-Então, por que você não quis me ajudar Cebolinha?
-Co-como você sabe o meu nome? E quem é você?
-Meu avô era da patrulha de Viajantes do Tempo, e antes de morrer me deu este relógio, que me permite viajar no tempo, e meu nome é Joaquim, a propósito.
-Achei que somente os Viajantes do Tempo podeliam usar esse relógio - Disse Cebolinha - E mesmo que você viaje no tempo, como sabe nossos nomes?
-Eu sou procurado pelos viajantes, obviamente. Enquanto a saber seus nomes, como posso dizer, vocês são conhecidos no futuro.
-Conhecidos como? - Perguntei curioso.
-Não posso dizer, mesmo eu sendo procurado eu respeito o que meu avô acreditava, e a maior lei dos Viajantes que é: Nunca conte o que viu no futuro, e nunca tente altera-lo.
-Mas eu devo agradecer a você Seuz, que teve a bondade de tentar me ajudar. Escute aqui, caso precise de ajuda com algum tipo de tecnologia, me espere.
-Enquanto a você Cebolinha, tenha mais bondade no coração. Não me denunciem!
Ele levantou o braço e girou os ponteiros, sumindo dessa linha temporal. Quando sumiu, tinha um pacote de paçoca com um bilhete dizendo adeus.
Quando Cebolinha iria começar a reclamar perguntando o que eu fiz, a voz de Everaldo falou em nossas cabeças dizendo.
"Rápido, entrem no prédio gigante e não se importam com os seguranças, vão para os elevadores e venham para o andar mais baixo, RÁPIDO!"
Sem pensar, fomos correndo para a LIVE Enterprises ajudar Everaldo.
Criado por Sr.B
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